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Pesquisa da UFSCar é premiada no Congresso Brasileiro de Cerâmica

Uma pesquisa desenvolvida no Grupo de Engenharia de Microestrutura de Materiais (GEMM) do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar foi reconhecida como melhor trabalho apresentado no 63º Congresso Brasileiro de Cerâmica, que aconteceu em agosto na cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul (MS). O trabalho premiado foi selecionado entre 620 apresentações feitas durante o Congresso. Intitulado "Avaliação de ligantes alternativos ao cimento de aluminato de cálcio em concretos refratários aluminosos", tem autoria de Leonardo Consonni, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) da UFSCar, e dos docentes do DEMa Ana Paula da Luz e Victor Carlos Pandolfelli.

Uma pesquisa desenvolvida no Grupo de Engenharia de Microestrutura de Materiais (GEMM) do Departamento de Engenharia de Materiais (DEMa) da UFSCar foi reconhecida como melhor trabalho apresentado no 63º Congresso Brasileiro de Cerâmica, que aconteceu em agosto na cidade de Bonito, no Mato Grosso do Sul (MS). O trabalho premiado foi selecionado entre 620 apresentações feitas durante o Congresso. Intitulado "Avaliação de ligantes alternativos ao cimento de aluminato de cálcio em concretos refratários aluminosos", tem autoria de Leonardo Consonni, mestrando no Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais (PPGCEM) da UFSCar, e dos docentes do DEMa Ana Paula da Luz e Victor Carlos Pandolfelli.

O trabalho configura continuidade de pesquisa que já havia sido premiada em outubro do ano passado, no XLI Congresso da Associação Latino-Americana de Fabricantes de Materiais Refratários (Alafar), que aconteceu em Medellín, na Colômbia. A investigação busca aditivos que resultem na diminuição da temperatura de processamento de concretos refratários para revestimento de fornos industriais, o que resulta na diminuição do uso de combustíveis fósseis para esse processamento e, assim, da emissão de CO2 e, também, do preço final do produto, já que a energia empregada na queima em altas temperaturas (superiores a 1.200ºC) é parte significativa do custo de produção desses materiais. "A premiação indica a continuidade do interesse da comunidade científica e das indústrias e, assim, a relevância do tema, diante da crise energética enfrentada no Brasil e no mundo", avalia Pandolfelli.

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